E na sala do jardim de infância a água entra por todo o lado, sobe até a altura dos joelhos ralados, sendo bem fria e macia; aparece a criatura puladoura mágica e curiosa ela faz o seu barulho de chuac que é tão alto que parece uma sinfonia de vários primos sapos juntos, ele é azul celeste brilhante, tem asas do lado, pula alto e dá bom dia, come estrelas que bóiam na água com tanto gosto que até parece ser os biscoitos da vovó nata, mas como o sapo come estrelas sendo que é dia? São estrelas mágicas que só podem ser vistas por sapos azuis. As crianças riem e nadam junto com o sapo, conversam com ele sobre a vida boa no rio e no céu, afinal ele auxilia os anjos em grandes emergências.
A professora volta para a sala, abre a porta e sai a saparia a água e todo aquele tantão de estrelas.A sala volta a ser uma sala de aula normal. E as crianças ainda sorriem e esperam o jacaré para um visita surpresa. Afinal eles só tem 4 anos!
A gente sorri por qualquer coisa assim, e para não chorar a gente ri de qualquer coisa mesmo. Os velhos ditados são imporporados as velhas frases, a magia fragmentada em versos, as palavras homeopáticas e a vida sorri.. ou somos nós que sorrimos para ela meio amarelados?
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